Histórico da displasia coxofemural

Histórico

A displasia coxofemoral (DCF) é uma doença genética que pode afetar cães de todas as raças, mas é mais comum em raças de porte grande. A prevalência chega a ser maior do que 70%, sendo a doença ortopédica mais comum dos cães (Tôrres, 1993). 

 A DCF é de origem multifatorial, sendo que fatores como idade, raça, sexo, tamanho do animal, conformação, nutrição e massa muscular pélvica têm sido implicados no desenvolvimento da doença, entretanto a frouxidão articular é considerada o fator primário (Wallace, 1987; Martinez, 1997; Tôrres e al., 2005). 

Segundo levantamentos do OFA - organização sem fins lucrativos com sede em Columbia, Missouri, que visa pesquisar e prevenir doenças ortopédicas e hereditárias em animais de companhia, cerca de 12.0% do plantel americano tem alguma alteração nos exames realizados. No Brasil não temos nenhum órgão que faça controle centralizado de estatísticas como nos EUA.



A DCF tem sido intensivamente estudada desde a sua primeira descrição em cães, em 1935 (Banfield et al., 1996) e graças ao trabalho dos criadores, tem aumentado o número de cães com laudo positivo.


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